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newsletter 10 | Janeiro 2008 Tema em destaque: Certificação em Qualidade  

 

QualtiPrime - Software para a Gestão de Sistemas da Qualidade, Ambiente e Segurança

Investir ou não investir? Eis a questão.

O factor custo tem uma ponderação elevadíssima, raramente inferior a 40% de todos os factores de análise das propostas; contudo, temos sempre de ter presente o antigo provérbio de que

"o barato sai caro".

Salvo as devidas excepções e por razões compreensivelmente justificadas, o português tem uma enorme tendência para sacrificar a qualidade em proveito do custo. Ou seja, opta pelo produto mais barato ou perto disso, esquecendo-se na maioria das vezes de um factor primordial: Não está a comparar as mesmas funcionalidades, dimensões e níveis tecnológicos!

Nesta matéria, deve-se ter sempre presente o seguinte: um investimento em tecnologia para apoio à gestão, como é o caso, deve ser bem analisado e as propostas recebidas devem todas reflectir a mesma realidade e funcionalidades. Pelo seu lado, as funcionalidades desejadas devem ser as previamente definidas pela Organização (e não pelo promitente fornecedor).

Compre apenas o que necessita e não o que lhe querem vender ou fazer crer que necessita.
Cometendo este erro ele nunca conseguirá chegar a uma conclusão fiável. Provavelmente irá arrastar a Organização para um fracasso, atrasando a sua evolução em 4 ou 5 anos.

Nestes casos, uma BOA proposta é aquela que se apresenta coerente, coesa, completa, esclarecida, sem "cartas na manga", referindo todos os aspectos relevantes da sua oferta, numa postura de transparência perante o Cliente. Deve ficar esclarecido sobre o que faz, como faz, quanto tempo leva, como é formado, que apoio recebe, como é a manutenção, como é a garantia, como é se pretender "crescer", etc. Em resumo: deve permitir uma boa "Análise de Contrato".

Uma MÁ proposta é aquela se que apresenta em meia dúzia de páginas, com informação parcial e sem referir todos os custos efectivamente inerentes à adopção da sua oferta.

Infelizmente e na maioria das vezes, são estas as propostas ganhadoras e que mais tarde se revelam uma catástrofe em termos estratégicos, funcionais e financeiros.

Com efeito, se a solução escolhida for má, muito dificilmente terá o apoio da gestão para adquirir outra melhor num período de 4 a 5 anos. Ninguém gosta (ou pode) fazer o mesmo investimento por duas vezes.

Esta realidade passa-se nos mais variados sectores de actividade. Não será também por esta razão que o país não avança?

De facto "O barato sai caro!".

 

José de Oliveira Coelho
Jose.coelho@qprime.pt

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